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    Contabilidade para Farmacêutico PJ: Guia Completo 2026

    O setor farmacêutico movimenta mais de R$ 170 bilhoes por ano no Brasil, segundo dados da Interfarma e da Abrafarma. Mas boa parte das farmácias independentes e dos farmacêuticos que atuam como pessoa jurídica pagam impostos acima do necessário por desconhecerem um mecanismo tri…

    30 de junho de 2026Atualizado em junho de 2026
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    Contabilidade para Farmacêutico PJ: Guia Completo 2026

    O setor farmacêutico movimenta mais de R$ 170 bilhoes por ano no Brasil, segundo dados da Interfarma e da Abrafarma. Mas boa parte das farmácias independentes e dos farmacêuticos que atuam como pessoa jurídica pagam impostos acima do necessário por desconhecerem um mecanismo tributário que lhes é favorável: o regime monofásico de PIS e COFINS.

    Se você é farmacêutico, proprietário de farmácia ou está planejando abrir um negócio no ramo, este guia reúne o que é essencial sobre contabilidade, tributação e obrigações acessórias do setor em 2026 -- com atenção especial ao impacto real do monofásico na carga tributária.


    Por Que o Farmacêutico Deve Atuar como PJ

    Atuar como pessoa jurídica traz vantagens diretas para quem trabalha no setor farmacêutico:

    • Carga tributária menor. No regime de autônomo, a tributação pode chegar a 27,5% de IRPF mais 20% de INSS. Como PJ, a alíquota efetiva no Simples Nacional -- com segregação monofásica -- pode ficar abaixo de 4%.
    • Emissão de nota fiscal. Necessária para vender a distribuidoras, atender contratos com o setor público e participar do Farmácia Popular.
    • Credibilidade institucional. CNPJ facilita negociação com fornecedores, obtenção de crédito e participação em licitações.
    • Proteção patrimonial. Numa SLU (Sociedade Limitada Unipessoal), o patrimônio pessoal fica separado das obrigações da empresa.

    CNAEs para Farmácia e Atividades Farmacêuticas

    A escolha correta do CNAE é fundamental porque determina o enquadramento tributário, a necessidade de licenças específicas e as obrigações acessórias. Veja os principais códigos do setor:

    CNAEDescriçãoTipo
    4771-7/01Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulasComércio
    4771-7/02Comércio varejista de produtos farmacêuticos, com manipulação de fórmulasComércio + Serviço
    4771-7/03Comércio varejista de produtos farmacêuticos homeopáticosComércio
    2121-1/01Fabricação de medicamentos alopáticos para uso humanoIndústria

    Pontos de atenção:

    • O CNAE 4771-7/01 (sem manipulação) é tributado pelo Anexo I do Simples Nacional, como atividade comercial. Isso é favorável porque o Anexo I tem alíquotas iniciais de 4%.
    • O CNAE 4771-7/02 (com manipulação) pode exigir segregação de receitas: a parte comercial no Anexo I e a parte de serviço (manipulação) no Anexo III.
    • CNAEs industriais como 2121-1/01 se enquadram no Anexo II do Simples Nacional e exigem licenças adicionais da Anvisa.

    Confirme sempre o enquadramento com seu contador para evitar divergências no DAS e com o fisco estadual.


    Regimes Tributários: Simples Nacional, Presumido e Real

    Simples Nacional

    A maioria das farmácias de pequeno e médio porte opta pelo Simples Nacional (faturamento até R$ 4,8 milhoes/ano). A tributação ocorre pelo Anexo I (comércio):

    FaixaReceita Bruta 12 mesesAlíquota NominalDeduçãoAlíquota Efetiva Aprox.
    1aAté R$ 180.0004,00%--4,00%
    2aDe R$ 180.001 a R$ 360.0007,30%R$ 5.9404,0% a 5,7%
    3aDe R$ 360.001 a R$ 720.0009,50%R$ 13.8605,6% a 7,6%
    4aDe R$ 720.001 a R$ 1.800.00010,70%R$ 22.5007,0% a 9,5%
    5aDe R$ 1.800.001 a R$ 3.600.00014,30%R$ 87.3008,0% a 12,0%
    6aDe R$ 3.600.001 a R$ 4.800.00019,00%R$ 378.00011,2% a 14,7%

    Para farmácias com manipulação (serviço), a parte de receita relativa à manipulação é tributada pelo Anexo III, com alíquotas iniciais de 6%.

    Lucro Presumido

    Quando o faturamento ultrapassa os limites do Simples ou quando a alíquota efetiva do Simples fica alta, o Lucro Presumido pode ser mais vantajoso. A base de cálculo presumida para comércio é de 8% sobre o faturamento.

    Tributos no Lucro Presumido para farmácia (comércio):

    TributoBaseAlíquotaResultado sobre faturamento
    IRPJ8% do faturamento15%1,20%
    CSLL12% do faturamento9%1,08%
    PISFaturamento total0,65%0,65%
    COFINSFaturamento total3,00%3,00%
    ICMSVaria por estadoVariávelDepende da UF

    Total federal no Presumido (sem ICMS): aproximadamente 5,93%. Porém, no Presumido, PIS e COFINS incidem normalmente -- e aqui entra o diferencial do Simples para farmácias, como veremos a seguir.

    Lucro Real

    Indicado para farmácias com margens muito apertadas, operações de alto volume e baixa lucratividade, ou que possuem muitos créditos de ICMS. O Lucro Real tributa sobre o lucro efetivamente apurado, o que pode ser vantajoso quando as despesas dedutíveis são elevadas.


    PIS/COFINS Monofásico: O Grande Diferencial para Farmácias

    Este é, sem exagero, o ponto mais importante da contabilidade farmacêutica. Entender e aplicar corretamente o regime monofásico pode reduzir a carga tributária de uma farmácia no Simples Nacional em até 8 pontos percentuais sobre o faturamento.

    Como Funciona

    No regime monofásico, o fabricante ou importador do medicamento já recolhe o PIS e a COFINS por toda a cadeia. Isso significa que a farmácia -- como varejista -- não deve pagar PIS e COFINS novamente sobre a revenda desses produtos.

    A lista de produtos com tributação monofásica inclui:

    • Medicamentos (referência, genéricos e similares)
    • Produtos de perfumaria, toucador e higiene pessoal (NCM 3303 a 3307)
    • Cosméticos em geral

    A base legal é a Lei 10.147/2000, atualizada pela Lei 10.548/2002 e pela Lei 10.865/2004.

    Impacto no Simples Nacional

    No Simples Nacional, o DAS (Documento de Arrecadação do Simples) é calculado sobre o faturamento total. Dentro do DAS, existem parcelas referentes a cada tributo: IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ICMS e CPP.

    Quando a farmácia segrega corretamente a receita de produtos monofásicos, as parcelas de PIS e COFINS são zeradas para essa receita. Na prática, isso reduz o percentual efetivo pago no DAS.

    No Anexo I, PIS e COFINS representam juntos entre 2,76% e 3,83% da alíquota nominal, dependendo da faixa. Para uma farmácia onde 70% a 90% da receita vem de produtos monofásicos, a economia é substancial.

    Exemplo Prático

    Considere uma farmácia com faturamento de R$ 80.000/mês (R$ 960.000 em 12 meses), enquadrada na 4a faixa do Anexo I. Suponha que 80% da receita é de produtos monofásicos.

    Sem segregação monofásica (erro comum):

    O DAS é calculado normalmente sobre todo o faturamento. A alíquota efetiva na 4a faixa é de aproximadamente 8,36%.

    DAS mensal: R$ 80.000 x 8,36% = R$ 6.688

    Com segregação monofásica (correto):

    • Receita monofásica (80%): R$ 64.000 -- tributada sem PIS/COFINS no DAS
    • Receita normal (20%): R$ 16.000 -- tributada integralmente

    A parcela de PIS/COFINS na 4a faixa representa aproximadamente 3,35% da alíquota nominal. Sobre 80% da receita, essa parcela é zerada.

    Economia mensal estimada: R$ 64.000 x 3,35% = R$ 2.144

    DAS mensal corrigido: aproximadamente R$ 4.544

    Economia anual: cerca de R$ 25.700

    Esse valor frequentemente supera o custo anual de um serviço contábil especializado, o que torna a contabilidade correta um investimento com retorno direto.


    Comparativo: Simples Nacional vs Lucro Presumido (Farmácia com R$ 80.000/mês)

    ItemSimples Nacional (SEM monofásico)Simples Nacional (COM monofásico)Lucro Presumido
    Faturamento mensalR$ 80.000R$ 80.000R$ 80.000
    Alíquota efetiva federal~8,36%~5,01%~5,93%
    ICMSIncluso no DASIncluso no DASSeparado (ST na maioria dos medicamentos)
    DAS / impostos federais~R$ 6.688~R$ 4.544 (estimado)~R$ 4.744
    Obrigações acessóriasSimplificadasSimplificadasSPED, DCTF, EFD
    Créditos de ICMS/PIS/COFINSNãoNãoSim (cumulativo parcial)

    O Simples Nacional com segregação monofásica correta tende a ser o regime mais econômico para farmácias com faturamento de até R$ 1,8 milhão/ano. Acima disso, o Lucro Presumido ou o Lucro Real merecem simulação detalhada.


    ICMS: Substituição Tributária e Medicamentos

    O ICMS é outro ponto sensível para farmácias. A maioria dos medicamentos está sujeita à Substituição Tributária (ICMS-ST), em que o fabricante ou distribuidor recolhe antecipadamente o ICMS de toda a cadeia.

    Na prática, isso significa que:

    • A farmácia não recolhe ICMS sobre a venda de medicamentos com ST, porque o imposto já foi pago na etapa anterior.
    • No Simples Nacional, a parcela de ICMS no DAS deve ser excluída para produtos com ST. Essa segregação é semelhante à do monofásico e igualmente importante.
    • Cada estado tem sua própria lista de produtos sujeitos a ST e seus MVAs (Margens de Valor Agregado), o que exige acompanhamento constante.

    A combinação de monofásico + substituição tributária faz com que a alíquota efetiva de uma farmácia no Simples Nacional possa ficar significativamente abaixo da alíquota nominal do Anexo I -- desde que a segregação de receitas esteja correta.


    Requisitos da Anvisa e do CRF para Farmácia PJ

    Abrir uma farmácia exige mais do que o registro empresarial padrão. Há exigências regulatórias específicas:

    Anvisa

    • Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE): obrigatória para qualquer estabelecimento que comercialize medicamentos. Solicitada no portal da Anvisa.
    • Autorização Especial (AE): necessária se a farmácia trabalhar com medicamentos controlados (Portaria 344/98).
    • Responsável Técnico: a farmácia deve ter um farmacêutico responsável técnico registrado no CRF.
    • Boas Práticas: cumprimento da RDC 44/2009 (farmácias) ou RDC 67/2007 (manipulação).

    Conselho Regional de Farmácia (CRF)

    • Registro da empresa no CRF do estado de atuação.
    • O farmacêutico responsável técnico deve estar com registro ativo e regular.
    • A farmácia deve manter o farmacêutico presente durante todo o horário de funcionamento.
    • O CRF realiza inspeções periódicas para verificar conformidade.

    Vigilância Sanitária Municipal/Estadual

    • Alvará sanitário emitido pela vigilância do município.
    • Inspeção prévia antes do início das atividades.
    • Renovação periódica conforme a legislação local.

    Se a farmácia pretende aderir ao programa Farmácia Popular do Brasil, há pontos adicionais:

    • O credenciamento é feito junto ao Ministério da Saúde.
    • A farmácia precisa de CNPJ ativo, AFE da Anvisa e alvará sanitário vigente.
    • Os medicamentos do programa são ressarcidos pelo governo com base em valores de referência -- a contabilidade deve registrar corretamente essas receitas.
    • Os valores recebidos pelo Farmácia Popular são tributáveis e devem compor a base de cálculo do Simples Nacional ou do regime escolhido.
    • Atrasos no ressarcimento do programa podem afetar o fluxo de caixa, exigindo controle financeiro rigoroso.

    Passo a Passo para Abrir uma Farmácia PJ

    1. Planejamento tributário. Defina o regime (Simples, Presumido ou Real) com base em simulações do faturamento projetado e do percentual de receita monofásica.

    2. Escolha do tipo societário. SLU para farmacêutico solo ou LTDA para sociedade. MEI não é permitido para farmácia.

    3. Registro na Junta Comercial. Elaboração do contrato social com os CNAEs corretos e registro na Junta Comercial do estado.

    4. Obtenção do CNPJ. Cadastro na Receita Federal -- feito simultaneamente com o registro na Junta na maioria dos estados (via Redesim).

    5. Inscrição Estadual. Obrigatória para farmácias, pois envolvem comercialização de mercadorias sujeitas ao ICMS.

    6. Inscrição Municipal. Necessária para emissão de nota fiscal de serviço (no caso de farmácias de manipulação).

    7. AFE na Anvisa. Solicitar a Autorização de Funcionamento de Empresa pelo portal da Anvisa.

    8. Registro no CRF. Registrar a empresa e o responsável técnico no Conselho Regional de Farmácia.

    9. Alvará sanitário. Solicitar inspeção e alvará junto à vigilância sanitária municipal.

    10. Alvará de funcionamento. Emissão pela prefeitura, após vistoria do Corpo de Bombeiros (quando aplicável).

    11. Opção pelo Simples Nacional. Se cabível, fazer a adesão ao Simples no portal do Simples Nacional dentro do prazo (até o último dia útil de janeiro para empresas já existentes, ou em até 30 dias após inscrição no CNPJ para novas).


    Obrigações Acessórias de uma Farmácia

    Farmácias têm um volume considerável de obrigações acessórias, especialmente pela natureza regulada do setor:

    ObrigaçãoPeriodicidadeObservação
    DAS (Simples Nacional)MensalDeve segregar receitas monofásicas e com ST
    PGDAS-DMensalDeclaração de faturamento no portal do Simples
    DEFISAnualDeclaração de informações socioeconômicas e fiscais
    SPED Fiscal (EFD-ICMS/IPI)MensalObrigatória para Presumido/Real; alguns estados exigem para Simples
    EFD-ContribuiçõesMensalApenas para Presumido e Real
    SNGPCContínuaSistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (Anvisa)
    Inventário de estoqueAnualExigido pelo fisco e pela Anvisa
    DIRF/EFD-ReinfAnual/MensalRetenções na fonte sobre pagamentos a terceiros
    RAIS/eSocialMensal/AnualInformações trabalhistas

    O SNGPC merece destaque: toda farmácia que comercializa medicamentos controlados deve informar entradas, saídas e perdas de estoque de forma contínua no sistema da Anvisa. Falhas no SNGPC podem resultar em interdição.


    Como a Contabilidade Especializada Faz Diferença

    A contabilidade para farmácia não é genérica. Ela envolve:

    • Segregação de receitas monofásicas. Classificação correta dos produtos por NCM para identificar quais são monofásicos e excluir PIS/COFINS do DAS.
    • Tratamento de ICMS-ST. Verificação da ST por produto e por estado, com exclusão da parcela de ICMS no DAS quando cabível.
    • Controle de estoque e CMV. O custo da mercadoria vendida é essencial para farmácias no Lucro Real e para análise gerencial em qualquer regime.
    • Conformidade com Anvisa e CRF. O contador não substitui o farmacêutico, mas pode apoiar no cumprimento de prazos de renovação de licenças e registros.
    • Simulação de regime tributário. Revisão periódica para confirmar se o Simples continua sendo o melhor regime ou se a migração para Presumido/Real é vantajosa.

    Uma contabilidade que não faz a segregação monofásica pode custar à farmácia mais de R$ 25.000 por ano em tributos pagos a mais, como demonstrado no exemplo anterior.


    Perguntas Frequentes

    Farmacêutico pode ser MEI?

    Não. A atividade farmacêutica é regulamentada pelo CRF e exige registro profissional de nível superior, o que a torna incompatível com o MEI. A alternativa é abrir uma SLU ou LTDA no Simples Nacional.

    O que é o PIS/COFINS monofásico e por que importa para farmácias?

    No regime monofásico, o fabricante do medicamento já recolhe PIS e COFINS por toda a cadeia de distribuição. A farmácia, como varejista, não paga esses tributos novamente. No Simples Nacional, isso significa que as parcelas de PIS e COFINS devem ser excluídas do DAS para a receita de produtos monofásicos -- gerando economia que pode chegar a R$ 2.000 ou mais por mês.

    Qual o CNAE correto para farmácia?

    Para farmácia de varejo sem manipulação, o CNAE principal é 4771-7/01. Para farmácia com manipulação de fórmulas, use o 4771-7/02. Para farmácia homeopática, 4771-7/03. A escolha correta impacta o anexo do Simples Nacional e as licenças exigidas.

    Simples Nacional ou Lucro Presumido para farmácia?

    Depende do faturamento e do percentual de receita monofásica. Para farmácias com faturamento de até R$ 1,8 milhão/ano e boa parcela de produtos monofásicos, o Simples Nacional com segregação correta costuma ser mais vantajoso. Acima desse faturamento ou com margens muito apertadas, vale simular o Presumido ou o Real.

    A farmácia precisa de inscrição estadual?

    Sim. Toda farmácia comercializa mercadorias sujeitas ao ICMS, o que torna a inscrição estadual obrigatória. Sem ela, não é possível emitir nota fiscal de venda de produtos e a empresa fica irregular perante o fisco estadual.

    Como funciona o ICMS-ST para farmácias no Simples Nacional?

    Quando o medicamento já teve o ICMS recolhido antecipadamente pelo fabricante ou distribuidor via substituição tributária, a farmácia não paga ICMS novamente na venda. No Simples Nacional, essa receita deve ser segregada no PGDAS-D para que a parcela de ICMS seja excluída do DAS, reduzindo ainda mais a alíquota efetiva.

    Quanto custa abrir uma farmácia?

    O custo varia conforme o município e o porte do estabelecimento. Considere: registro na Junta Comercial (R$ 200 a R$ 500), AFE na Anvisa (valores variáveis), registro no CRF (R$ 300 a R$ 800), alvará sanitário (taxas municipais) e honorários contábeis. No total, o investimento em documentação e abertura fica geralmente entre R$ 2.000 e R$ 5.000, sem contar o investimento em estoque e estrutura física.


    Simplifique a Contabilidade da Sua Farmácia

    A tributação farmacêutica tem particularidades que, quando bem aproveitadas, geram economia real. A segregação de receitas monofásicas e de produtos com substituição tributária não é opcional -- é a diferença entre pagar o valor correto e pagar a mais todos os meses.

    Na Contabilidade Zen, cuidamos dessas particularidades com atenção. Fazemos a classificação dos seus produtos, a segregação correta no DAS e a revisão periódica do regime tributário. Se você está abrindo uma farmácia ou quer verificar se a sua contabilidade atual está aproveitando todos os benefícios, entre em contato ou conheça nossos planos.


    Thomas Broek Contador -- CRC-SP 337693/O-7 contabilidadezen.com.br

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    Perguntas Frequentes

    "A Contabilidade Zen entendeu as particularidades da minha profissão e encontrou o melhor enquadramento tributário. Economizo muito todo mês!"

    AM

    André Martins

    Arquiteto · São Paulo, SP

    Thomas Broek

    Autor
    CRC-SP 337693/O-7

    Contador Especialista em Profissionais de Saúde · Fundador da Contabilidade Zen

    Contador especializado em tributação para médicos, dentistas e psicólogos PJ. Registro ativo no CRC-SP (337693/O-7). Fundador da Contabilidade Zen, escritório 100% digital focado em planejamento tributário e abertura de empresa para profissionais de saúde.

    Última atualização: junho de 2026

    Revisado por: Equipe Contabilidade Zen

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